fevereiro 1, 2019

Sabemos que a quantidade de incêndios florestais ocorridos no centro-sul do Chile em 2017, não só afetou significativamente a flora e a fauna do país, mas também gerou uma grande crise na conservação da vegetação nativa. Nesse sentido, a CMPC propôs naquele ano alcançar um grande objetivo: doar meio milhão de plantas endêmicas para o reflorestamento da região.

Para atingir essa meta a empresa continua trabalhando sob o compromisso de recuperar os ativos afetados pela catástrofe. Assim, a CMPC já entregou um total de 298.776 plantas nativas – 160 mil em 2017 e 138.776 em 2018 – para diversas organizações e mais de 90 comunidades, como a Fundação Reflorestemos, a Universidade do Chile, a Fazenda Pantanillo; além de escolas, grupos de apicultores, municípios, associações comunitárias, entre outros. Em 2019 a empresa estima doar aproximadamente outras 150 mil plantas.

Para poder realizar essas doações, a empresa cultiva previamente todas as plantas no viveiro Carlos Douglas da CMPC, localizado na região de Biobío, onde mantém 49 espécies diferentes, tais como: Arrayán, Boldo, Canelo, Roble, Ruil,  Matico, Litre, Radal, Laurel, entre outros.

Dentre todas as mudas cultivadas pela CMPC, o Quillay, com 74.613 plantas, o Hualo, com 20.925, e o Peumo, com 12.582 são as principais espécies requeridas por estas entidades para o trabalho de reflorestamento.